Você está com a saúde debilitada, não consegue mais trabalhar como antes e decidiu buscar seu direito a um benefício por incapacidade no INSS.
Então chega a mensagem:
“Você foi convocado para perícia médica.”
É nesse momento que surgem as dúvidas:
Fique tranquilo(a). Esse texto foi escrito para te ajudar a enfrentar a perícia com segurança e clareza, sabendo o que esperar, como agir e como se proteger de decisões injustas.
Sou Dr. [Seu Nome], advogado previdenciário com atuação nacional, e lidero um dos escritórios mais respeitados do Brasil na área de benefícios por incapacidade. Já ajudamos centenas de clientes a garantir o que é seu por direito — inclusive após negativas injustas do INSS.
A perícia médica é a etapa em que o INSS avalia se você realmente está incapacitado para o trabalho, seja de forma temporária (auxílio-doença) ou permanente (aposentadoria por invalidez).
Ela pode acontecer em diferentes situações:
O médico perito analisa três elementos principais:
Em outras palavras: não basta estar doente. É preciso comprovar que a doença ou condição limita sua capacidade de trabalhar.
A consulta costuma ser rápida — geralmente dura entre 5 e 10 minutos.
Durante esse tempo, o perito pode:
Laudos médicos completos
Com CID, descrição da limitação, tempo estimado de afastamento e assinatura do profissional.
Exames atualizados
Como ressonância, raio-x, eletrocardiograma, tomografias, exames laboratoriais, etc.
Receitas e relatórios de tratamento
Provas de que você está fazendo acompanhamento médico contínuo.
Declaração do médico assistente
Documento feito pelo seu médico de confiança, explicando o histórico da doença, os sintomas e o impacto na sua rotina.
Carteira de trabalho, holerites ou MEI
Para comprovar sua atividade profissional e mostrar o tipo de esforço que você realizava.
Comprovantes de afastamento
Se for empregado, leve atestados já apresentados à empresa ou CATs.
Chegue com pelo menos 30 minutos de antecedência Leve os documentos organizados em ordem cronológica
Vista-se de forma adequada à sua rotina (sem simulação ou exagero) Fale com clareza e responda apenas o que for perguntado
Descreva sua dor, mas com objetividade (sem teatralização) Mostre-se colaborativo, mas firme: você está ali para buscar um direito
Não mentir sobre sintomas ou exagerar na condição Não tentar “convencer o perito pela emoção” — ele trabalha com dados técnicos
Não omitir tratamentos ou doenças associadas
Não faltar à perícia ou reagendar sem justificativa
Não discutir com o perito, mesmo se sentir injustiçado
Infelizmente, isso é mais comum do que parece.
Milhares de pessoas recebem laudos dizendo que estão aptas, mesmo com doenças graves e evidente incapacidade.
Mas a negativa não é definitiva.
Você pode — e deve — reagir:
Dona Tereza, 60 anos, cuidadora de idosos, foi diagnosticada com fibromialgia severa e depressão.
A perícia do INSS disse que “ela estava em boas condições físicas” e negou o auxílio-doença.
Entramos com ação judicial, com laudo psicológico e médico reescrito com linguagem técnica e focada nas limitações funcionais.
Resultado: aposentadoria por invalidez concedida com retroativo de 8 meses.
“O que mais me doía era não ser levada a sério. O escritório acreditou em mim.”
A perícia é um dos momentos mais sensíveis de todo o processo previdenciário.
E ela pode mudar completamente a sua vida.
Por isso, informação correta e orientação especializada fazem toda a diferença.
1- Analisamos seus documentos antes da perícia
2- Te orientamos sobre o que falar e como se portar
3- Organizamos seu processo para o máximo aproveitamento
4- Atuamos em recursos e ações judiciais com estratégia de verdade
Sua saúde não pode esperar. Seu benefício não pode ser negado injustamente.
Conte com quem entende a dor e domina a solução.
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