Você deu entrada no seu pedido, o status mudou para “Em Análise” e o frio na barriga começou. Mas você já parou para pensar em quem — ou no que — está lendo o seu processo do outro lado da tela?
Antigamente, um servidor do INSS abria uma pasta física e folheava papel por papel. Hoje, a realidade é digital e muito mais rígida. Entender esse bastidor é a diferença entre ter o benefício concedido de primeira ou cair na fila interminável de recursos.
Hoje, a grande maioria dos pedidos passa por uma análise automática. O sistema do INSS (um algoritmo) cruza as informações que você preencheu com o que consta no seu CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais).
Para o INSS, o que não está no CNIS, não existe no mundo. O servidor (ou o robô) analisa:
Aqui é onde o “robô” costuma falhar e o processo vai para a mesa de um servidor humano. O INSS analisa se o seu PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) está preenchido corretamente ou se as provas do tempo de roça são contemporâneas (da época dos fatos). Se faltar um detalhe técnico no formulário, a análise para e você recebe uma exigência.
Se o INSS encontrar uma falha, ele emitirá uma “Exigência”. Você terá 30 dias para enviar o documento faltante.
Para não depender da “sorte” da análise automática, o segredo é o Planejamento Previdenciário.
