Se você deu entrada em um benefício que exige avaliação social — como o BPC/Loas ou a Aposentadoria da Pessoa com Deficiência — é muito provável que essa dúvida tenha passado pela sua cabeça.
A ideia de receber um assistente social do INSS em casa assusta muita gente, mas hoje vamos conversar sobre como isso funciona na prática em 2026 e por que você não precisa ter medo.
Diferente da perícia médica, que foca na sua saúde física ou mental, a perícia social analisa o seu contexto de vida. O objetivo do assistente social do INSS é entender a sua realidade socioeconômica: com quem você mora, como é a sua casa, quais são as suas despesas e se você vive em uma situação de vulnerabilidade ou barreira social.
A resposta curta é: nem sempre, mas pode acontecer.
Atualmente, a maioria das avaliações sociais acontece dentro das próprias agências do INSS ou até por videochamada (em casos específicos regulamentados). No entanto, o assistente social tem o poder de realizar uma visita domiciliar se:
Em 2026, o INSS utiliza ferramentas de geolocalização e cruzamento de dados bancários e de consumo. Se o assistente social decidir ir à sua casa, ele irá observar:
Importante: O assistente social não é um policial. Ele é um profissional de saúde e assistência que está ali para relatar a verdade dos fatos ao INSS.
Seja na agência ou na sua casa, siga estes passos:
A visita domiciliar não é um bicho de sete cabeças. Ela serve para garantir que o benefício chegue a quem realmente precisa. Se você vive a realidade que declarou nos papéis, a visita será apenas uma formalidade para confirmar o seu direito.
