Você está afastado pelo INSS, cuidando da saúde, e de repente recebe a notícia:
foi demitido.
Sem aviso. Sem explicação. E muitas vezes, sem entender se isso é mesmo permitido.
Essa situação — além de injusta — pode ser ilegal e gerar direito à reintegração ou indenização, inclusive por dano moral.
Se você passou por isso, este artigo foi escrito para você.
Sou Dr. [Seu Nome], advogado trabalhista e líder de um dos escritórios mais respeitados do Brasil.
Aqui você vai entender:
Quando a demissão durante o afastamento é proibida
Quais os seus direitos se tiver estabilidade por doença ou acidente
E como buscar justiça com segurança e dignidade
A regra geral é: o contrato de trabalho fica suspenso durante o afastamento.
Ou seja, o trabalhador não pode ser demitido enquanto estiver recebendo auxílio-doença do INSS.
Mas atenção: há dois tipos de situação com efeitos diferentes:
Se você foi afastado por uma doença não relacionada ao trabalho, a empresa não é obrigada a manter o emprego durante o afastamento.
No entanto, NÃO pode demitir enquanto o contrato estiver suspenso pelo INSS.
Ou seja: se você ainda está recebendo auxílio-doença, a demissão é ilegal.
E mais: se a empresa tentou te demitir durante esse período, você pode exigir:
Anulação da demissão
Reintegração ao cargo
Ou indenização substitutiva (salários e direitos do período)
Aqui o cenário muda totalmente.
Se você sofreu um acidente de trabalho ou desenvolveu uma doença causada pelo trabalho, você tem estabilidade garantida por lei.
De acordo com o artigo 118 da Lei 8.213/91, o trabalhador tem estabilidade de 12 meses após a alta do INSS.
Isso significa que a empresa:
Não pode te demitir no período de estabilidade, mesmo após o retorno
E muito menos durante o afastamento
Se a demissão foi durante o afastamento médico ou dentro do período de estabilidade, você pode:
A Justiça pode determinar que a empresa te readmita, com todos os direitos mantidos.
Se não quiser ou não puder voltar, pode receber os salários, férias, 13º, FGTS e outros benefícios como se nunca tivesse sido desligado.
A demissão nesse momento fragiliza emocionalmente e pode ser reconhecida pela Justiça como ato abusivo, gerando compensação financeira.
Carlos, 48 anos, operador de máquina, sofreu uma lesão na coluna durante o trabalho.
Foi afastado pelo INSS por 5 meses.
No 3º mês de afastamento, recebeu em casa uma carta de demissão.
Sem justificativa. Sem contato humano.
Atuamos com pedido urgente na Justiça e provamos:
Resultado:
“Eu achei que estava sendo descartado. O escritório me mostrou que eu ainda tinha valor e direitos.”
Para comprovar seu direito, você pode reunir:
– Laudos e atestados médicos
– Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), se houver
– Comprovantes de afastamento pelo INSS (auxílio-doença ou acidentário)
– Termo de rescisão do contrato
– Mensagens da empresa ou carta de demissão
– Fichas financeiras ou contracheques
Aqui, você não é só mais um processo.
Oferecemos:
Atendimento humanizado e estratégico
Ações rápidas com pedido de reintegração ou indenização
Equipe especializada em estabilidade e afastamentos do trabalho
Atuação em todo o Brasil
+55 67 999835138 – 67 3213- 6965
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Se você foi demitido enquanto cuidava da saúde, não está sozinho.
Existem leis que te protegem, e profissionais que podem garantir seus direitos com firmeza e respeito.- Fale com a nossa equipe.
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