Imagine um trabalhador que passa o dia inteiro levantando peso, movimentando os braços repetidamente ou segurando ferramentas pesadas.
Esse é o cotidiano de muitos profissionais, como pedreiros, faxineiros, pintores, trabalhadores da construção civil e da saúde. Com o passar do tempo, as dores no ombro vão se tornando frequentes, dificultando movimentos simples como pentear o cabelo, carregar sacolas ou até mesmo vestir uma camisa.
Essa dor constante pode ser sinal de tendinopatia do supraespinhoso, uma doença que afeta o tendão do ombro e pode levar à incapacidade para o trabalho.
Mas o que acontece quando a dor se torna insuportável e impede o trabalhador de exercer sua profissão? Ele tem direito a um benefício do INSS? Muitas pessoas não sabem que essa condição pode garantir a aposentadoria por invalidez, dependendo da gravidade do caso.
Neste conteúdo, vamos explicar de forma clara e direta tudo o que você precisa saber sobre a tendinopatia do supraespinhoso e a aposentadoria, incluindo quais são os direitos dos trabalhadores afetados, como comprovar a incapacidade e qual o papel do advogado para garantir que o benefício seja concedido. Continue lendo para entender seus direitos e como lutar por eles!
A tendinopatia do supraespinhoso é uma lesão que afeta o tendão do músculo supraespinhoso, localizado no ombro. Essa condição ocorre devido ao desgaste do tendão ao longo do tempo, causando dor, limitação de movimento e dificuldade para levantar ou carregar objetos.
Os principais sintomas incluem:
Trabalhadores que realizam atividades repetitivas e esforços constantes são os mais afetados, como pintores, carpinteiros, operadores de máquinas, faxineiros e trabalhadores da saúde.
Se você é um trabalhador que passa o dia com os braços levantados, seja pintando paredes, operando máquinas ou movimentando cargas pesadas, provavelmente já sentiu dores nos ombros.
No início, parece algo passageiro, mas com o tempo a dor piora, os movimentos se tornam mais limitados e cada tarefa do dia a dia vira um verdadeiro desafio. Essa é a realidade de muitos profissionais que desenvolvem tendinopatia do supraespinhoso.
Quando a doença chega a um estágio em que impossibilita a continuidade do trabalho, surge a dúvida: essa condição me dá direito à aposentadoria?
A resposta é: depende da gravidade do caso e da comprovação da incapacidade. O INSS pode conceder dois tipos de benefícios dependendo do quadro do trabalhador:
Para conseguir a aposentadoria por invalidez, é essencial que a doença esteja em um grau avançado, sem possibilidades de melhora significativa.
O trabalhador precisa provar que não consegue mais realizar suas atividades, seja carregando peso, movimentando os braços ou realizando gestos simples que fazem parte da sua rotina profissional.
Profissões mais afetadas:
Se você se enquadra nesses casos e sente que sua tendinopatia está impedindo de continuar trabalhando, é fundamental buscar o encaminhamento médico e reunir provas que demonstrem sua incapacidade. Quanto mais documentação, maiores são as chances de obter o benefício que você tem direito.
Para garantir o benefício do INSS, o trabalhador deve apresentar provas concretas da sua limitação funcional. Os documentos mais importantes incluem:
Ter um histórico médico bem documentado é fundamental para evitar a negativa do pedido pelo INSS.
Para muitos trabalhadores, a tendinopatia do supraespinhoso não é apenas uma dor passageira.
É um problema crônico que limita a capacidade de trabalho e afeta diretamente a qualidade de vida. Os principais direitos de quem sofre com essa condição incluem:
Muitos trabalhadores passam anos lidando com dores e restrições sem saber que têm direito a benefícios que poderiam aliviar suas dificuldades.
Se você se encaixa em uma das situações mencionadas, é fundamental buscar informação e apoio profissional para garantir que seus direitos sejam respeitados.
Se a tendinopatia do supraespinhoso impediu você de trabalhar e a aposentadoria por invalidez é necessária, siga este passo a passo para solicitar o benefício:
Caso o benefício seja negado, recorra da decisão com apoio de um advogado especializado.
Infelizmente, muitos trabalhadores têm seus pedidos negados pelo INSS, seja por falhas na documentação ou por avaliações superficiais na perícia médica. Contar com um advogado especialista em direito previdenciário pode fazer toda a diferença para garantir a concessão do benefício.
O advogado pode:
Se você tem tendinopatia do supraespinhoso e já não consegue trabalhar, não desista do seu direito. Fale com nossos especialistas para garantir que você tenha o que é seu por direito. Clique abaixo e tire suas dúvidas com nossos advogados.
