Você foi demitido ou está em conflito com a empresa e surgiu a proposta de um acordo trabalhista.
À primeira vista, parece uma solução rápida:
Mas atenção: aceitar um acordo sem orientação pode te fazer perder milhares de reais — e o pior, de forma irreversível.
Antes de assinar qualquer papel ou aceitar qualquer proposta da empresa, leia este artigo até o fim.
Somos o escritório Maluf Advogados Associados, um dos escritórios mais respeitados do Brasil com uma equipe de advogados trabalhistas e com atuação exclusiva na defesa de trabalhadores.
Aqui você vai entender:
Quando um acordo é vantajoso — e quando ele te prejudica
O que a empresa não te conta sobre “acordos por fora”
E o que fazer para não abrir mão do que é seu por direito
Existem dois tipos principais:
Quando a empresa faz uma proposta fora da Justiça, oferecendo um valor fechado para “quitar tudo”.
É o tipo mais perigoso, porque o trabalhador geralmente não tem noção dos valores que realmente tem direito, e assina sem questionar.
Feito durante ou após o processo trabalhista, com a supervisão de um juiz, que confere se os termos são legais.
Aqui, há muito mais segurança — desde que você tenha um advogado ao seu lado.
A maioria dos acordos extrajudiciais feitos diretamente com o RH ou com o patrão tem um objetivo:
fazer você abrir mão de parte do que é seu.
Você pode estar deixando de receber:
E mais: muitos desses acordos vêm com cláusulas que te impedem de entrar na Justiça depois.
Em alguns casos, sim.
Mas se o acordo foi homologado judicialmente com quitação geral e irrestrita, pode ser muito difícil reverter.
Por isso, o melhor caminho é consultar um advogado ANTES de aceitar qualquer proposta.
1. Você conhece o valor real dos seus direitos?
Não aceite sem antes calcular o que realmente a empresa te deve.
2. O acordo está formalizado por escrito?
Nunca aceite acordos “de boca” ou com promessas futuras sem garantia.
3. Tem assistência jurídica?
Acordos sem orientação profissional só beneficiam a empresa.
4. Está sendo pressionado a aceitar rápido?
Pressa e urgência são os maiores inimigos da justiça nesse momento.
Luciana, 36 anos, auxiliar de produção, foi demitida e a empresa ofereceu R$ 3.000 para “quitar tudo”.
Desconfiada, procurou nosso escritório.
Após análise, descobrimos que ela tinha direito a:
“Se eu tivesse aceitado o acordo, teria perdido quase 8 mil reais. Agradeço por terem me mostrado a verdade.”
Para analisar, precisamos de:
Um bom acordo não é o mais rápido — é o mais justo.
E para isso, você precisa de quem entenda:
Como calcular corretamente todas as verbas
Quais valores são irrenunciáveis por lei
Como proteger você de cláusulas abusivas
Como garantir que o pagamento realmente ocorra
Você trabalhou. Você tem direito.
Não aceite menos do que a lei garante.
Antes de assinar qualquer acordo trabalhista, fale com um advogado de confiança.
Seu futuro financeiro pode depender dessa decisão.
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Atendimento 100% ético e humano
Se o acordo for justo, nós vamos te orientar.
Se for injusto, vamos te proteger.
Em qualquer dos casos, você não estará sozinho.
Fale agora com nossa equipe e tire todas as suas dúvidas com segurança.
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