O avanço da medicina trouxe tratamentos revolucionários, mas muitos deles acompanhados de preços proibitivos. Quando um médico prescreve um medicamento de alto custo, é comum que o paciente sinta um misto de esperança e desespero: a esperança da cura e o medo de não conseguir pagar.
Seja pelo SUS ou pelo Plano de Saúde, a negativa de fornecimento desses fármacos é recorrente. A pergunta que fica é: a justiça pode obrigar o fornecimento? A resposta, na grande maioria dos casos, é sim.
Neste artigo, vamos explicar como funciona o caminho judicial para garantir o seu tratamento.
Dependendo da sua situação, a ação pode ser direcionada a dois alvos diferentes:
Para que um juiz determine o fornecimento do medicamento de alto custo, alguns critérios precisam ser preenchidos:
A maior preocupação de quem precisa de um remédio de alto custo é o tempo. Afinal, a doença não espera o fim de um processo judicial que pode durar meses ou anos.
Por isso, essas ações são acompanhadas de um pedido de liminar (tutela de urgência). O advogado apresenta o caso ao juiz e, demonstrando o perigo na demora e a probabilidade do direito, o magistrado pode emitir uma ordem em poucas horas ou dias, obrigando o fornecimento imediato antes mesmo de ouvir a outra parte.
Se você vai buscar seus direitos judicialmente, comece a organizar:
O direito à vida e à saúde são direitos fundamentais que prevalecem sobre questões burocráticas ou financeiras. O fato de um medicamento ser “caro” não retira do Estado ou do Plano de Saúde a obrigação de fornecê-lo a quem dele necessita para sobreviver ou ter dignidade.
Você teve um medicamento de alto custo negado? O tempo é um fator determinante para o sucesso do seu tratamento. O escritório Maluf Advogados Associados é especialista em Direito à Saúde e está preparado para agir com agilidade e técnica para garantir que você receba o que é seu por direito.
Não aceite o “não” como resposta final. Entre em contato conosco e lute pela sua saúde.
