Você sofreu um acidente, ficou com uma sequela que dificulta o seu trabalho, mas, ao passar pela perícia do INSS, recebeu a notícia que ninguém deseja: benefício indeferido.
A sensação de injustiça é enorme, especialmente quando a dor e a limitação fazem parte do seu dia a dia. Mas a primeira coisa que você precisa saber é: o “não” do INSS não é a palavra final.
Neste artigo, vamos te mostrar os motivos mais comuns para essa negativa e o passo a passo de como reverter essa situação.
Diferente do auxílio-doença, o Auxílio-Acidente é um benefício indenizatório. Ele é pago quando o trabalhador fica com uma sequela permanente que reduz sua capacidade de trabalho, mas não o impede totalmente de trabalhar.
Os motivos mais comuns para o indeferimento são:
Muitos peritos do INSS avaliam o segurado como se estivessem procurando uma incapacidade total. Se você consegue andar ou mexer o braço, eles negam o pedido.
No entanto, a lei é clara: se houve redução da capacidade, mesmo que mínima, o benefício é devido. Se você precisa de mais esforço para fazer o que fazia antes, você tem direito.
Você tem 30 dias para recorrer dentro do próprio INSS.
Na justiça, você será avaliado por um perito judicial, que geralmente é um médico especialista na sua lesão (ortopedista, por exemplo), ao contrário do perito do INSS que muitas vezes é clínico geral.
Se você vai lutar pelo seu direito, prepare este “arsenal” de documentos:
O Auxílio-Acidente é um dos benefícios mais importantes para o trabalhador, pois ele permite que você continue trabalhando e receba o benefício como um “complemento” pelo resto da vida até se aposentar.
Se o seu pedido foi negado, não desanime por causa de uma perícia de 5 minutos. Busque ajuda especializada para analisar o seu caso e garantir que sua limitação seja respeitada.
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