Para garantir que não haja fraude no pagamento dos benefícios previdenciários, a prova de vida do INSS analisa os dados a fim de saber se os beneficiários continuam vivos.
Porém, as regras para a regra de vida em 2023 mudaram e quem passará a fazer essa análise será o próprio INSS. Antes o próprio cidadão tinha que sair de casa e fazer a sua prova de vida.
Portanto, confira a seguir o que mudou em 2023 para a realização da prova de vida e o que fazer se você tiver o seu benefício cancelado pelo INSS. Boa leitura!
Conforme dito anteriormente, a prova de vida é uma análise de dados feita pelo INSS para garantir que os beneficiários ainda estejam vivos. Essa confirmação faz com não haja fraudes e pagamentos indevidos de um dinheiro que vem dos cofres públicos.
Acontece que antes o próprio cidadão precisava sair de casa para realizar a prova de vida através de atendimento presencial nas agências da Previdência Social, assim que eram convocados, com risco de perder o benefício.
Após a pandemia, a prova de vida passou a ser totalmente digital, podendo ser solicitada pelo aplicativo do Meu INSS.
Dessa forma, o Governo criou um sistema de cruzamento de dados com acesso a várias esferas de informações do cidadão. Como, por exemplo, uma confirmação de votação nas eleições pode servir como prova de vida para o beneficiário.
A partir de agora, o INSS é responsável por cruzar e analisar a base de dados para conseguir a prova de vida dos beneficiários. Assim, não há mais convocação ou aviso ao beneficiário para que ele solicite a prova de vida seja na agência ou via aplicativo.
Essa medida ainda está sendo implementada. Enquanto isso, o Governo garante que nesse período nenhum benefício será bloqueado por falta de prova de vida.
O INSS terá acesso a dados de órgãos parceiros do Governo, fazendo a comparação de dados das suas bases.
Essas informações serão repassadas ao longo do ano, como presença em votação, confirmação de vacina, internamentos ou atendimentos no SUS, por exemplo, e quando esses dados forem suficientes, o sistema do INSS irá considerar a realização da prova de vida.
O INSS terá 10 meses, contados a partir da data de aniversário do beneficiário, para juntar as informações necessárias para ter a prova de vida. Caso não consiga alcançar o número ideal de dados, o beneficiário terá até 60 dias para comprovar que está vivo.
E mesmo assim, se o beneficiário não fizer a prova de vida neste período de tempo, o INSS enviará um agente para pesquisa externa no endereço registrado. Por isso a importância de manter os dados atualizados no aplicativo Meu INSS.
Se o beneficiário não comprovar que está vivo após 60 dias da tentativa do INSS de realizar a pesquisa externa, o benefício será bloqueado por 30 dias. O cidadão receberá uma notificação informando do bloqueio.
Nesse tempo, o beneficiário pode ir até uma agência da Previdência para realizar a sua prova de vida e garantir que o pagamento volte a ser feito.
Se o beneficiário não comparecer à agência em até 90 dias, então o benefício é suspenso.
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